Fotografando o pôr do sol

Rio: a capital do nomadismo digital na América do Sul

Em sua experiência nômade digital em solo carioca você não é um turista, mas nosso hóspede. 


Atento ao fenômeno do Nomadismo Digital, o Rio prepara uma série de ações para atrair hóspedes de todo o mundo, desde um simples fim de semana até o regime long stay. Entre as iniciativas, elaborar um manual bilingue (português e inglês), com todas as informações necessárias durante a estadia na cidade, parcerias estratégicas com empresas que forneçam serviços essenciais aos nômades - coworkings, companhias telefônicas, hotéis e hostels, restaurantes, bares e etc. O objetivo é, a médio prazo, transformar o Rio no novo polo nacional e internacional de nômades digitais. Nossas praias podem atrair visitantes antes e após o expediente. E até durante: por que não trabalhar remotamente, por exemplo, da orla do Leblon, realizando com suas tarefas profissionais, a dois passos de um mergulho? Nossos bares e restaurantes estão à disposição ao longo de todo o dia, além dos mais famosos cartões-postais do mundo, a apenas alguns minutos da sua “nova casa”.  

 

Em sua experiência nômade digital no Rio você não é um simples turista, mas nosso hóspede. E tudo isso, mantendo sua carreira, ganhando dinheiro e seguindo sua rotina - ou mesmo a falta dela -, de uma forma diferente: imbuído do espírito da Cidade Maravilhosa. Ao invés de passar apenas aquele fim de semana ou feriado em solo carioca, dá para ficar um mês, dois, três ou quantos quiser. Quem sabe até morar aqui . Mas uma vez hospedado em um hotel, num hostel, num apartamento alugado ou mesmo na casa de um amigo ou familiar, tenha a certeza de que a cultura do Nomadismo Digital fará você ter a experiência de um autêntico local. Engana-se quem pensa que o projeto seja somente um plano emergencial para a combalida indústria do turismo carioca, que amarga prejuízos sem precedentes devido à pandemia. Mas sim, promover uma mudança global, a grande tendência desta década. Afinal, não é de hoje que percebemos que não precisamos mais nos locomover para um ambiente de trabalho fixo, todos os dias. As barreiras impostas pelas baias e paredes dos escritórios pediram demissão, na maioria dos casos já não fazem mais sentido. E, a partir deste momento, trabalhar e viver viajando pelos quatro cantos do globo é uma tendência mundial possível e real. E o Rio trabalha para se tornar o principal polo do nomadismo digital na América latina.